A noção de “gosto refinado” é uma idéia burguesa. Não existe requinte nato. Há aprimoramento das escolhas conforme a exposição. E como a exposição está atrelada ao poder aquisitivo, se gabar por gostar de um bom vinho, ou de visitar Paris ou de roupas “de marca”, nada mais é que uma noção distorcida, equivocada e aristocrata da realidade. A velha vontade de se sentir especial.
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