Não tenho a ilusão da paz. Óbvio que é preferível, mas há situações na vida (e não são raras) em que somente a guerra inicia a solução; como diante da loucura (de indivíduos ou povos) que lhe agride primeiro. Dar a outra face diante de um louco, esperando que com isso ele receba uma espécie de lição e pare, é insensato e estúpido; você receberá outro golpe; e diante disso eu pergunto: Quantas faces você ainda vai dar antes de entender que o que se deve fazer é impedir o braço do oponente e quebrá-lo ao meio?
A índole humana e a aparente falta de sentido da vida não me permitem acreditar em paz perene. Permanece-se em paz até a inevitabilidade do acaso lhe agraciar com uma “tempestade”. Não somos rápidos o bastante pra escaparmos sempre das mudanças “climáticas”. Além de que, fugir muito cansa. Eu ando cansado. Vive-se relativamente em paz quem aprende a guerrear.
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