sexta-feira, 19 de abril de 2013

Artificial (a máscara do ego)

O conceito de artificialidade comumente compreendido é inexistente. Nada é artificial. Tudo é natural. Considerar esta separação é pensar erroneamente que somos especiais, que estamos de algum modo "de fora"do universo, da natureza. Cada átomo de nossos frágeis corpos foi forjado em explosões estelares. Nós somos a natureza. Somos o universo auto-consciente.
Não espere justiça. Dê.
Interessante constatar que todos os últimos atentados terroristas foram cometidos por pessoas inteligentes, tidas como calmas e etc...  A escassez ideológica contemporânea gera jovens facilmente idealizáveis. A aleatoriedade aparente cede lugar à inevitabilidade do surgimento de anomalias que ameaçam todo o sistema dos grandes conglomerados urbanos.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Sinais do alcance da doença

A influência pandêmica da religião é também evidenciada em pequenos atos, mesmo de pessoas não religiosas, como o de desviar o olhar ao ser coletado seu sangue, ou até não querer ouvir certas verdades. A fantasia doentia de não sermos finitos. A angústia do fim sendo esquizofrenica e desesperadamente evitada.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

A raiva é a vontade de paz
A reflexão é o ouvido da mente
A doutrina lhe torna capaz
de ver o sentido do que se sente

Mais do que preencher o vazio
Equilibrar e aceitar
Mais do que encurtar o pavio
Viver e repudiar

Sim, eu repudio quem quiser me doutrinar a não viver, a viver em prol do nada.
Mais do quê respeitar a opinião alheia... defender a vida!


Martelada na mesa do mundo.

As consequências pessoais do trabalho no capitalismo moderno, como a corrosão do caráter das pessoas visando única e exclusivamente o lucro, só poderão ser afetadas, ou até mudadas, através de uma catástrofe nuclear mundial. É a filosofia do martelo. Certos comportamentos em massa que dão vazão ao que há de mais assustador na psiquê egocêntrica humana jamais serão alterados com serenidade. Líderes impregnados de ego, falta de sabedoria e repetindo padrões de comportamento de seus antecessores, assolam o planeta. É preciso adquirir a noção de que, mesmo o chão sobre o qual você pisa, acaba. Assim como a paciência para mudanças. Talvez eu esteja sem paciência para refletir sobre os caminhos para se mudar estes comportamentos nefastos do capitalismo, frear certos impulsos da índole humana, melhor dizendo. Ou talvez eu simplesmente queira ver o circo pegar fogo logo.